Em finais de 2007, no Costes em Paris, passo pelo Yves Saint Laurent no bar. Olhou para mim, franziu o sobrolho e... reconheceu-me. As suas empregadas - portuguesas - eram minhas fãs, e de quando em vez ficava na sala delas a ver as minhas 'palhaçadas' no HermanSIC. Convidou-me para um Bellini. Educadíssimo, dócil, e simples, como qualquer Rei. Morreu meses depois. Mas só físicamente. A marca que deixou é importal.