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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008
DN - Chamar a Música

'Chamar a Música', que hoje se estreia na SIC, marca o regresso daquele que o director da estação considera "o grande artista português dos últimos 50 anos".

Ansioso, Herman José confessou ao DN sentir-se cada vez mais próximo de personagens a que deu vida a partir do princípio dos anos 80.

 

Disse recentemente que sente falta de se sentir útil. Refere-se também ao período em que o Hora H ia para o ar a horas tardias?

 

O facto de ter estado num horário escondido, durante a feitura do Hora H, teve uma componente um pouco cruel, mas acabou por ter um efeito curioso: criou no grande público uma certa saudade, que imagino irá potenciar o meu regresso no formato concurso.

 

Como lidou com este período recente, em que esteve afastado da televisão? Já disse que foi importante para si. Porquê?

 

A componente mais surpreendente foram os espectáculos ao vivo. Recuperei o gosto de andar na estrada, e orgulho-me de ter passado a ter uma taxa de agrado de 100%.

 

Vai regressar ao horário nobre, aos domingos. Apesar dos muitos anos de experiência, continua a sentir-se nervoso?

 

Só os inconscientes é que não se sentem nervosos. Pessoalmente, esqueço-me de que tenho 33 anos de carreira, e sinto que estou a começar do princípio todos os dias. Há dias em que gostaria de me sentir mais blasé, mais importante, mais cheio de mim... Mas não consigo. Parto para os projectos com a humildade de um principiante.

 

Tem referido constantemente o desejo de conseguir um bom valor nas audiências. Sente-se pressionado nesse sentido?

 

Tenho a ideia, talvez errada, de que nunca se preocupou tanto com isso como agora... A passagem do tempo trouxe-me alguma maturidade, e a necessidade de não me sentir um mau negócio. O jogo das audiências é cruel, mas é por essas regras que se rege. Tenho saudades dos tempos em que era só preciso fazer bem. Ser popular ou abrangente era facultativo. Penso muitas vezes se um Tal Canal ou um Humor de Perdição não estariam, hoje em dia, votados a um horário tardio, por falta de capacidade de mobilização...

 

Relativamente ao Chamar a Música, de que está à espera?

 

Trata-se de uma refeição light, mas preparada com ingredientes de primeira qualidade. Uma espécie de cheeseburger, feito com bife do lombo e [queijo] Emmental do melhor.

 

Já gravou duas emissões. Depois da primeira, afirmou sentir que ainda estava muito preocupado com as regras. Como se sentiu na segunda?

 

Na segunda gravação senti-me mais solto, mas preciso de ver o programa no ar e auscultar a sua reacção para me sentir a 100%...

 

Pensa na concorrência?

 

A concorrência está servida nesse horário [prime-time] pelo "rolo compressor" das novelas, de uma jactância tal que nem os Globos [de Ouro] as derrubaram. Vamos dar o peito às balas, cheios de atrevimento e convicção. É muito importante combater a monocultura da TVI, e despertar os espectadores para o facto de que há mais no mundo para além dos romances de cordel.

 

O que sente quando alguém como Nuno Santos [director de Programas da SIC] diz que o Herman é o grande artista português dos últimos 50 anos?

 

O Nuno [Santos] é um amigo discreto mas sempre presente, e não esconde a sua admiração pelo meu trabalho. Se por um lado esse seu estado de espírito me orgulha, pelo outro responsabiliza-me.

 

Por fim, depois de mais de 30 anos de carreira, o que é o que Herman se sente: humorista, apresentador, cantor, homem dos setes ofícios?

 

Há uma expressão que define bem o que sinto: sou um artista de variedades.

 

Significa isso que se aproxima hoje das personagens que criou há já alguns anos?

 

Aproximo-me perigosamente de personagens como Tony Silva e Serafim Saudade. Temo que sejam mais autobiográficas do que estou disposto a admitir... (risos)

 


Este Homem não é do Norte Carago: ,

publicado por Joana às 18:01 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

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